Monday, October 30, 2006

What bright side?

I've just realized that my mum, my younger sister and myself probably suffer from dysthymia (I had never heard of this word until a couple of hours ago, imagine that...). As this is hereditary, I just hope my kids will have inherited the necessary genes from their slighter saner father to balance mine out, so that they will eventually become healthy and happy adults.
As for me, even if I sing "Always look on the bright side of life" for a whole day, I'll never "snap out of it" for very long.
PS - Somebody get me one of these! Just kidding: I'm not THAT mad...

4 comments:

Anonymous said...

O que eles inventam!!!

Anonymous said...

Só me faltava esta (dysthemia???). Hoje soube que estou com uma anemia. Olha, já estou como o outro: é a vidinha...

Anonymous said...

Minhas queridas irmãs,

Todos passamos a vida a pensar que a nossa é a de maior sofrimento. A questionar o porque de nos ter saido na rifa. Costuma-se dizer que com os problemas dos outros podemos nós bem.
E eu sei que, no meio disto tudo, eu passei sempre um pouco ao lado. Todos tinham sempre muito em que pensar e problemas muito mais importantes a resolver.
No entanto, e não me estou a vitimizar, aqui vai a lista:
miopia, escoliose, vertebras lombares e cervicais deformadas e a precisar de fisioterapia mas já sem grande solução à vista,rim disfuncional, psoriase (doença sem cura possível e progressiva), agora para animar um pouco mais apareceram-me umas manchas muito esquisitas nos braços, tenho uma depressão gigantesca e quatro tentativas de suicidio no ultimo ano e nem nisso me dei bem (desculpem a ironia).
Engordei 15 kg com os medicamentos e estou-me a sentir uma baleia.
Não tenho força de vontade nenhuma. Parece que evaporou.
A conclusão deixo ao vosso critério.
Beijinhos
Sis (S. "B".)

Claudia said...

Minha querida,

Tenho tanta pena que as coisas sejam como são. Às vezes nem o amor que temos uns pelos outros são suficientes para nos impedirem de cair no mais profundo e angustiante desespero. Eu cá tinha uma solução, mas não dá para por no blog porque é tipo Wako, Texas. Como essa solução não é aceitável desde que não se tenha a garantia que seja bem sucedida, resta encarar a vida como ela é e ir tentando sobreviver com o que se tem. Haverá dias sublimes e dias horríveis e haverá muitos, muitos dias em que simplesmente existimos sem estamos verdadeiramente vivos. É uma existência tipo zombie. Pode ser que passe tudo com um estalar de dedos ou um piscar de olhos ou pode ser que descambe tudo para o Júlio de Matos. O que tens que saber, sempre, é que tens quem te adore e te compreenda e quem esteja disposto a fazer tudo por ti. Não sei o que mais possa dizer,pois somos todas "o roto que dá conselhos ao nú"... A Ana e a Clara adoram as tias e as avós quase tanto como a mim e por elas, pelo menos, temos que fazer um esforço de aparência de normalidade, funcionalidade e felicidade (acho que a praga começou com o nome de baptismo da nossa rica avózinha materna...).
Milhões de beijinhos, meu amor, e desculpa isto estar aqui e desta forma!